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Category : Geotecnia

Detonação electrónica de explosivos

EngenhariaGeotecnia

Os explosivos são, em regra, mais do que uma ferramenta de engenharia, considerados como um meio não controlado de destruição. Verifica-se no entanto que, em muitos casos, os explosivos podem fornecer o meio mais rápido, económico e, paradoxalmente, mais seguro na execução de tarefas habituais de engenharia, tais como:

  • desmonte de pedreiras
  • abertura de túneis e galerias
  • demolição total ou parcial de estruturas

A tecnologia de detonação electrónica de explosivos está a chegar ao nosso mercado e é a última geração de detonadores, além de ser o sistema mais seguro no seu manuseamento, permite temporizar individualmente cada detonador, com um rigor de 0,001 segundos, com um erro associado de 1/10ms (milisegundos).

Lisboa a afundar-se… Revela estudo do LNEC e IST

EngenhariaGeotecnia

Duas zonas da Grande Lisboa – uma perto da estação de metro das Laranjeiras, na capital, e outra na vila de Vialonga (Vila Franca de Xira) – estão a afundar-se alguns milímetros por ano.

«Embora não seja grave por agora, o fenómeno pode vir a ter consequências como danos nas casas, em esgotos, linhas de abastecimento de água, electricidade e gás, estradas e caminhos-de-ferro», destaca Sandra Heleno, geofísica do IST e primeira autora do artigo o artigo «Persistent Scatterers Interferometry detects and measures ground subsidence in Lisbon», publicado na revista Remote Sensing of Environment, resultante de um estudo de cooperação internacional.

Especificações LNEC e Eurocódigos em Português

EdifíciosEngenhariaEstruturasGeotecniaHidráulicaLegislaçãoVias de Comunicação

Foi actualizada a lista das partes dos Eurocódigos disponíveis no enGENIUM 2.0, tendo-se adicionado diversas partes em Português (versões NP EN(V)) e outras partes que estavam em falta.
Pode consultar em http://engenium.wordpress.com/2006/10/18/eurocodigos/

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Foi igualmente actualizada a lista de Especificações do LNEC disponíveis em função das especificações vigentes, consulte em http://engenium.wordpress.com/2006/10/18/especificacoes-lnec/

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eurocodigos portugues,

Ensaios a Solos

EngenhariaGeotecniaLegislaçãoVias de Comunicação

Pode consultar as normas ou especificações válidas para os ensaios em http://www.lnec.pt/servicos/ensaios.

  • E 218 (1968 ) – Prospecção Geotécnica de Terrenos: colheita de amostras, LNEC.
  • E195 (1966) – Solos: preparação por via seca de amostras para ensaios de identificação, LNEC.
  • NP 83 (1965) – Solos: Determinação da densidade das partículas.
  • NP 84 (1965) – Solos: Determinação do teor em água.
  • NP 143 (1969) – Solos: Determinação dos limites de consistência.
  • E 196 (1967) – Solos: Análise granulométrica, LNEC.
  • E 197 (1966) – Solos: Ensaio de compactação, LNEC.
  • E 198 (1967) – Solos: Determinação do CBR, LNEC
  • E 199 (1967) – Solos: Equivalente de areia, LNEC
  • E 204 (1967): – Solos: Determinação da baridade seca “in situ” pelo método da garrafa de areia, LNEC
  • E 240 (1971) – Solos: Classificação para fins rodoviários, LNEC.
  • ASTM D 2487 (1985) – Classificação unificada de solos
  • ASTM D 2922 – Ensaio de controlo de compactação pela sonda nuclear.

ensaio de garrafa de areia, classificação de solos para fins rodoviários,

Perfuração Horizontal não Dirigida – TAB

EngenhariaGeotecniaHidráulica

Para as travessias de vias-férreas, estradas nacionais, auto-estradas, itinerários principais e complementares, é usual cravar-se uma tubagem de aço que servirá de “casing” à instalação de outras infra-estruturas no seu interior ou que seja ela mesma a própria condutora.

Os trabalhos referentes a esta tecnologia compreendem, na sua essência, perfurações para a instalação de colectores de abastecimento de água, saneamento, condutas de gás e outros em zonas onde não é possível a abertura de vala.

  • Diâmetros: 250 a 1400 mm
  • Não tem controlo de cotas
  • Travessias curtas – até 30 metros
  • Necessidade de encamisar o furo com tubagem em aço
  • Necessidade de poço de ataque
  • Não pode ser utilizado abaixo do nível freático

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As técnicas de perfuração horizontal tiveram início na tecnologia Thrust-Auger-Boring.

A perfuração por Thrust-Auger-Boring é baseada numa máquina de estacas de trado contínuo mas aplicada na horizontal. Tal como nas estacas é necessário a utilização de uma tubagem metálica de encamisamento.

Esta tecnologia é cega não sendo possível controlar cotas nem corrigi-las durante a perfuração. Significa que a máquina é posicionada num poço de ataque com a pendente de projecto e direcção da perfuração e vai sofrendo ao longo do traçado desvios relacionados com a heterogeneidade do terreno assim como o peso que a tubagem vai exercendo no conjunto já furado.

A perfuração é feita através de cabeça de corte rotativa acoplada a um sistema de trados contínuos (sem fim) que transportam o material até ao exterior.

Este sistema tem a vantagem de ser simples e barato tendo como principal desvantagem a necessidade de cravação de camisa em aço (sujeita a corrosão) e não ter controlo de direcção (tecnologia não dirigida).

Em terrenos difíceis são utilizados nesta técnica diâmetros de 800 e 1000 mm, com desmonte manual.

Breve descrição dos trabalhos, Thrust-Auger-Boring (TAB):

  • A máquina é posicionada num dos lados da travessia, num poço/fosso de ataque com uma soleira preenchida com tout-venant;
  • No local previsto para a chegada da tubagem, no final da cravação, deverá ser feita uma escavação para a recepção da cabeça de corte utilizada na perfuração;
  • Os tubos são colocados em troços de 6,0 metros sobre o bastidor da máquina e são ligados entre si por soldadura topo a topo.

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Bibliografia:

Estruturas de Suporte de Terras – Muros de Gravidade e Cortinas

EngenhariaGeotecnia

Muros de gravidade

São muros de pedra ou de betão, simples ou armado, dotados de uma sapata de fundação com ou sem consola inferior, saliência ou contrafortes. O peso do próprio muro, por vezes conjuntamente com massas estabilizadoras de solo ou rocha, desempenha uma função significativa na contenção. São exemplos deste tipo de estruturas os muros de gravidade de betão de espessura constante ou variável, os muros de betão armado em L ou T invertido e os muros de contrafortes;

Cortinas

São muros ou paredes de espessura relativamente reduzida, de aço, betão armado ou madeira, suportadas por ancoragens, escoras ou impulsos passivos do terreno. A resistência à flexão destas estruturas desempenha uma função significativa na contenção do terreno, sendo a contribuição do seu peso insignificante. São exemplos deste tipo de estruturas as cortinas de estacas pranchas autoportantes, as cortinas ancoradas ou escoradas de aço ou de betão e as paredes moldadas;

Estados limites a ter em consideração:

a) Perda de estabilidade global;

b) Rotura de um elemento estrutural (muro, ancoragem, dormente ou escora) ou da ligação entre elementos estruturais;

c) Rotura conjunta do terreno e de elementos estruturais;

d) Movimentos da estrutura de suporte que possam causar a rotura ou afectar a aparência ou a eficiente utilização quer da própria estrutura, quer de estruturas ou infra-estruturas vizinhas;

e) Repasses de água inaceitáveis através ou sob a parede;

f) Transporte em quantidade inaceitável de partículas do terreno através ou sob a parede;

g) Modificação inaceitável das condições de escoamento da água do terreno.

2. Devem considerar-se ainda os seguintes estados limites:

a) Para estruturas de suporte de gravidade e compósitas:

– rotura por insuficiente resistência do terreno de fundação,

– rotura por deslizamento pela base do muro,

– rotura por derrubamento do muro;

b) Para cortinas:

– rotura por rotação ou translação da parede ou de partes desta,

– rotura por perda de equilíbrio vertical da parede.

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CYPE After Hours – Versão Estudantes

EdifíciosEngenhariaEstruturasGeotecniaHidráulicaSoftware

A CYPE Ingenieros lançou uma versão «After Hours», apenas limitada a um horário de utilização.

Trata-se de uma iniciativa sem precedentes neste tipo de aplicativos, uma vez que põe à disponibilidade de todos uma versão livre (limitada a certo horário) do software, apenas com limitações no horário de utilização.

Versão com limitação horária temporária com fins educacionais. Fica expressamente proibido a sua utilização profissional, salvo para aqueles utilizadores que já possuam uma licença profissional dos programas, e unicamente daqueles programas que tenham adquirido.
Necessita uma ligação permanente à Internet. CYPE Ingenieros, S.A. não garante a continuidade no serviço e funcionamento desta versão, já que fica condicionada ao servidor de Internet e à linha de ligação de cada utilizador.
CYPE Ingenieros, S.A. reserva o direito a estabelecer estas limitações e modifica-las em qualquer momento.

Ao seleccionar esta opção, poderá executar o programa livremente entre as 22:00 horas e as 08:00 horas, de segunda a sexta-feira, e o dia completo aos sábados e domingos. É necessário dispor de conexão à Internet.

Esta versão foi desenvolvida tanto para facilitar a sua utilização por estudantes como para poder ser utilizada por utilizadores que dispõem de uma versão profissional fora do seu local de trabalho habitual, sem necessidade de levar a chave electrónica, com o consequente risco de perda da chave.

Assim, permite a utilização do programa se sofrer uma avaria da chave electrónica fora do horário de atendimento ao cliente CYPE.

Não necessita de CD de intalação específico para instalar a Versão After Hours.

Na área de descarga da página do CYPE podem baixar o ficheiro que permite instalar qualquer uma das novas versões.

Explorar área de descarga

Fonte: Blog «Engenharia Civil»

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Avaliação da segurança de muros de betão Tipo L

EngenhariaGeotecniaSoftware

O programa TWallDesign foi desenvolvido pela LGSoft para possibilitar a avaliação da segurança externa de um muro de betão tipo L relativamente ao:

  • Escorregamento
  • Derrube
  • Rotura do solo de fundação

O programa avalia para as possíveis cunhas de solo formadas no tardoz do muro qual é aquela que origina um factor de segurança global mais reduzido, exibindo na janela principal os respectivos valores, bem como a sua inclinação medida em relação à vertical.

Para além dos resultados dos valores dos factores de segurança mínimos o programa disponibiliza a visualização gráfica da variação do factor de segurança com o ângulo que delimita a cunha para as três situações em análise. Existe ainda a possibilidade de gerar relatórios de cálculo para um ficheiro de texto.

O programa tem, actualmente, implementadas duas teorias distintas para a avaliação do factor de segurança relativamente ao escorregamento e ao derrube, cuja principal diferença reside na distinção por acções/resistências ou por efeitos favoráveis/desfavoráveis.

O cálculo dos impulsos actuantes do tardoz do muro é efectuado segundo a teoria de Coulomb com a respectiva extensão para o caso de situações dinâmicas (cálculo pseudo-estático segundo a teoria de Mononobe-Okabe).

Tanto no caso do escorregamento como no caso do derrube, o programa avalia o factor de segurança segundo duas metodologias distintas. A primeira relaciona os efeitos estabilizadores e os efeitos destabilizadores, a segunda metodologia relaciona as forças resistentes e as forças actuantes sobre o muro.

DOWNLOAD:  TWallDesign_v1.1_Setup
MANUAL: TWallDesign_v1.1_Manual_PT.pdf

Se depois de efectuar o download do programa não o conseguir executar, experimente mudar a extensão do ficheiro para «.rar» e seguidamente descomprima o ficheiro.