Quando em 1878 é acesa, a primeira lâmpada com filamento incandescente produzido em carbono, pelo químico britânico Joseph Wilson Swan, que viria em 1881 a ter aperfeiçoamento comercial pela Edison Electric Light Company, nunca se pensara que a iluminação poderia ser um mercado tão tecnologicamente dinâmico.
Neste momento, e tendo em vista reduzir as emissões de CO2, a Comissão Europeia tomou medidas para substituir gradualmente as lâmpadas de alto consumo energético. Desde 1 de Setembro de 2009, as lâmpadas para uso doméstico produzidas para o mercado europeu têm de satisfazer determinados requisitos mínimos de eficiência energética. As lâmpadas incandescentes e halogéneas tradicionais que não satisfazem esses requisitos serão progressivamente retiradas do mercado até ao final de 2012.


