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Monthly Archives : Outubro 2007

Perfuração Horizontal não Dirigida – TAB

EngenhariaGeotecniaHidráulica

Para as travessias de vias-férreas, estradas nacionais, auto-estradas, itinerários principais e complementares, é usual cravar-se uma tubagem de aço que servirá de “casing” à instalação de outras infra-estruturas no seu interior ou que seja ela mesma a própria condutora.

Os trabalhos referentes a esta tecnologia compreendem, na sua essência, perfurações para a instalação de colectores de abastecimento de água, saneamento, condutas de gás e outros em zonas onde não é possível a abertura de vala.

  • Diâmetros: 250 a 1400 mm
  • Não tem controlo de cotas
  • Travessias curtas – até 30 metros
  • Necessidade de encamisar o furo com tubagem em aço
  • Necessidade de poço de ataque
  • Não pode ser utilizado abaixo do nível freático

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As técnicas de perfuração horizontal tiveram início na tecnologia Thrust-Auger-Boring.

A perfuração por Thrust-Auger-Boring é baseada numa máquina de estacas de trado contínuo mas aplicada na horizontal. Tal como nas estacas é necessário a utilização de uma tubagem metálica de encamisamento.

Esta tecnologia é cega não sendo possível controlar cotas nem corrigi-las durante a perfuração. Significa que a máquina é posicionada num poço de ataque com a pendente de projecto e direcção da perfuração e vai sofrendo ao longo do traçado desvios relacionados com a heterogeneidade do terreno assim como o peso que a tubagem vai exercendo no conjunto já furado.

A perfuração é feita através de cabeça de corte rotativa acoplada a um sistema de trados contínuos (sem fim) que transportam o material até ao exterior.

Este sistema tem a vantagem de ser simples e barato tendo como principal desvantagem a necessidade de cravação de camisa em aço (sujeita a corrosão) e não ter controlo de direcção (tecnologia não dirigida).

Em terrenos difíceis são utilizados nesta técnica diâmetros de 800 e 1000 mm, com desmonte manual.

Breve descrição dos trabalhos, Thrust-Auger-Boring (TAB):

  • A máquina é posicionada num dos lados da travessia, num poço/fosso de ataque com uma soleira preenchida com tout-venant;
  • No local previsto para a chegada da tubagem, no final da cravação, deverá ser feita uma escavação para a recepção da cabeça de corte utilizada na perfuração;
  • Os tubos são colocados em troços de 6,0 metros sobre o bastidor da máquina e são ligados entre si por soldadura topo a topo.

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Bibliografia:

perfuração horizontal com trados preços,

Soluções de Impermeabilização e Isolamento Térmico Pormenores CAD

EdifíciosEngenharia

  • Muros de Suporte e Caves (Sem Isolamento)  DWG Nº3.1.1
  • Muros de Suporte e Caves (Com Isolamento) DWG Nº3.1.2
  • Piscinas e Caves DWG Nº3.1.3
  • Lajes de Pavimento em contacto directo com o solo
  • Coberturas de Acessibilidade Limitada
    • Solução Sem Isolamento Térmico DWG nº3.3.1
    • Solução Com Isolamento Térmico (Sol. Cobertura Invertida) DWG nº3.3.2
    • Solução Com Isolamento Térmico (Sol. Cobertura Tradicional) DWG nº3.3.3
  • Coberturas Acessíveis à Circulação e Permanência de Pessoas

    • Solução Sem Isolamento Térmico DWG nº3.4.1
    • Solução Com Isolamento Térmico (Sol. Cobertura Invertida) DWG nº3.4.2
    • Solução Com Isolamento Térmico (Sol. Cobertura Tradicional) DWG nº3.4.3
    •  

  •     

  • Coberturas Acessíveis à Circulação e Permanência de Veículos
    • Solução Sem Isolamento Térmico (Betão Armado) DWG nº3.5.1
    • Solução Com Isolamento Térmico (Sol. Cobertura Invertida) DWG nº3.5.2
    • Solução Sem Isolamento Térmico (Betão Betuminoso) DWG nº3.5.3 
  • Tabuleiros de Pontes e Viadutos DWG nº3.6
  • Coberturas Ajardinadas DWG nº3.7
  • Coberturas inclinadas com revestimento em Telha
    • Solução Sem Isolamento Térmico DWG nº3.8.1
    • Solução Com Isolamento Térmico (Sol. Cobertura Invertida) DWG nº3.8.2
  • Cobertura Metálica
    • Solução Com Isolamento Térmico (Sol. Cobertura Tradicional)-I DWG nº3.9.1
    • Solução Com Isolamento Térmico (Sol. Cobertura Tradicional)-II DWG nº3.9.2 
  • Floreiras DWG Nº3.10
  • Zonas ou Pontos Singulares – Juntas de Dilatação
  • Zonas ou Pontos Singulares – Platibandas e Chaminés
  • Zonas ou Pontos Singulares – Algerozes e Caleiras DWG Nº4.3
  • Zonas ou Pontos Singulares – Soleiras  DWG Nº4.3
  • Zonas ou Pontos Singulares – Tubos de Queda em Coberturas de acessibilidade limitada
    • Solução Com Isolamento Térmico (Sol. Cobertura Invertida) DWG Nº4.5.1.2
    • Solução Com Isolamento Térmico (Sol. Cobertura Tradicional) DWG Nº4.5.1.3
  • Zonas ou Pontos Singulares – Tubos de Queda em Coberturas acessíveis à circulação e permanência de Pessoas
  • Recuperação de Coberturas Existentes
    • Solução Com Isolamento Térmico (Alterando o tipo de acessibilidade) DWG Nº5.1
    • Solução Com Isolamento Térmico (Mantendo o tipo de acessibilidade)  DWG Nº5.2

     Veja também:

     

Isolamento térmico, cobertura ajardinada pormenor, impermeabilizaçao de lajes, pormenor cobertura ajardinada, pormenor construtivo cobertura plana, impermeabilização do solo, impermeabilidade do solo,

Revestimento de Pavimentos em Madeira

EdifíciosEngenharia
  • Performance e características técnicas
  • Tabela de Preços (PDF)
  • Instruções de Montagem (PDF) 

Pavimento Flutuante Estratificado, tipo Soalho

Constituídos por réguas do tipo soalho, em HDF (placa de aglomerado de fibras de madeira de alta densidade), revestidas com filme melamínico e protegidas com overlay (acabamento superficial de elevada resistência).

 

 

 

  

 …

Pavimento Flutuante de Madeira, tipo Soalho

 

Pavimento Flutuante de Madeira, tipo Lamparquet

Pavimento de Madeira Maciça, tipo Soalho

Pavimento de Madeira Maciça, tipo Soalho “Deck”

Fonte: VICFLOOR, Pavimentos de Madeira

pavimento vicfloor,