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Monthly Archives : Janeiro 2007

Casa mais cara do Mundo está à venda

Notícias

Se está à procura de casa e o seu orçamento é ilimitado, saiba que pode tornar-se proprietário da mais cara casa do Mundo, pela módica quantia de 120 milhões de euros. O anúncio saiu no
site da revista «Forbes».

Algumas informações:
– Localização: EUA, Estado de Montana – resort privado, o Yellowstone Club
– Dono de Obra: Tim Blixseth (magnata do sector da construção e imobiliário)
– Superfície (envolvente): 65 hectares
– Área de construção: 16 mil m2
– Preço: 120 milhões de euros

Observações:
A mansão tem uma piscina coberta/descoberta contínua (separada por um painel de vidro deslizante), um cinema, 10 quartos e está mobilada. Tem também uma gôndola particular para transportar os moradores até à pista de esqui do Yellowstone Club.

Tim Blixseth ocupa a 322ª posição na lista dos homens mais ricos do Mundo, da revista «Forbes», com uma fortuna estimada em 1,2 mil milhões de dólares.
É que, segundo o promotor, «algumas pessoas têm de ter o melhor, o preço não é importante».

A segunda casa mais cara era uma residência situada em

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História de Portugal em 7 minutos e 17 segundos

CuriosidadesMundo

No âmbito do programa «Os Grandes Portugueses», a RTP criou um pequeno vídeo onde apresenta a história de Portugal em 7 minutos e 7 segundos.

O vídeo poderá ser visualizado no portal da RTP, ou utilizando o link directo através do endereço (copie o link, abra o windows media player, vá a Ficheiro>Abrir URL e por fim cole o endereço):

mms://195.245.176.20/rtpfiles/videos/gportugueses/Filme_historia_de_portugal.wmv 

ver 


http://blog.vdias.com/

Portugal segundo… António Lobo Antunes

Mundo

Numa entrevista dada à «Courrier Internacional», ANTÓNIO LOBO ANTUNES partilha, a dada altura, a sua opinião sobre Portugal. Está interessante…

(…) 

Como vê a América Latina?
É muito importante, é a parte mais importante do mundo.

Porquê?
Porque são pobres, como nós.
Quando perguntaram ao treinador porque era tão boa a equipa da Hungria dos anos 50, ele respondeu: «Porque éramos pobres».

Pode explicar isso?
Não é muito difícil de perceber: é porque nestes países acontecem coisas.

Em França, por exemplo, não acontece nada e a literatura é muito má.

Por outro lado, eu acredito muito na latinidade, a minha pátria é a pátria da latinidade, cada vez me sinto mais latino.

E somos muito diferentes do resto do mundo. Estive há pouco tempo em Estocolmo e somos muito diferentes deles, o nosso trabalho é muito melhor do que o deles.

Porquê?
Porque temos uma relação mais conflituosa com a vida, porque temos menos medo das emoções, porque não somos tão bem educados, porque não fazemos cerimónias com a vida, porque a mordemos, porque lhe batemos, porque somos mais intensos, temos uma carnalidade maior.

Lá, ninguém toca em nada fisicamente, em nada.

Ninguém nos convida para sua casa, comem nos restaurantes, são culturas muito diferentes.

in Courrier Internacional, p.15
por Jaime Reyes Rodríguez

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