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Monthly Archives : Novembro 2006

Porquê a nossa voz soa diferente quando a ouvimos numa gravação?

Curiosidades

Qualquer pessoa, quando ouve a sua voz gravada, estranha o som que ouve. Não identifica o registo como sendo o correspondente à sua própria voz.

Os sons que emitimos quando falamos abrangem uma gama de frequências variada. As frequências mais baixas são conduzidas muito mal através do ar, propagando-se melhor em sólidos. Quando falamos e ouvimos a nossa voz, o som chega-nos aos ouvidos através do ar, mas também através dos ossos da cabeça, que são sólidos e por isso permitem a transmissão das frequências baixas.

Ao ouvirmos a gravação da nossa voz, o som apenas nos chega aos ouvidos através do ar, já com redução das frequências mais baixas, ouvimos então uma voz menos grave, pois apenas as frequências mais elevadas chegam aos ouvidos, do que aquela que conhecemos de falarmos e nos ouvirmos. |F|

Porque o som da nossa voz é diferente na gravação, porque nossa voz é diferente na gravação, porque a nossa voz gravada é diferente da que ouvimos, como ouvimos nossa voz, nossa voz é como ouvimos, porquê escutamos nossa voz diferente de como ela é, A voz que emitimos e escutamos é a mesma que as pessoas ouvem?,

Cada português deve 2,6 hectares à Terra

Mundo

Cada habitante de Portugal precisa de pelo menos 4,2 hectares de terras e de superfície de água para si. Mas o país só tem 1,6 hectares produtivos per capita. Resultado: vive além das suas possibilidades e tem um défice ambiental de 2,6 hectares por pessoa.

Em poucas palavras, este é o resumo dos cálculos mais recentes da “pegada ecológica” de Portugal, segundo um relatório divulgado hoje pela organização ambientalista WWF. 

A pegada ecológica contabiliza tudo de renovável que o ser humano consome, expresso num hectare global com produtividade média. Nessa escala, cada português necessita de 0,73 hectares de zonas de cultivo, 0,24 hectares de pasto, 0,32 hectares de florestas e 0,91 hectares de zonas de pesca. Apenas nas florestas Portugal tem mais capacidade de regeneração do que de consumo.

Além disso, para absorver o dióxido de carbono lançado pela queima de petróleo, carvão e gás natural, seriam precisos 1,96 hectares de floresta por habitante.

A urbanização – apontada por muitos como o maior cancro ambiental do país – não influi senão marginalmente na pegada: 0,04 hectares.

Os números do relatório do WWF são estimados a cada dois anos pela Rede Global da Pegada Ecológica. Em 2002, Portugal tinha a mesma situação de hoje, com uma pegada de 4,2 hectares. Em 2004, saltou para 5,2 hectares e agora caiu novamente para os 4,2.

Explore uma Cidade Virtual

EdifíciosEngenharia

Nesta cidade pode explorar vários equipamentos disponíveis numa qualquer cidade.

Inclui :

Auditório
Barragem
Castelo
Edifícios de habitação colectiva
Edifícios históricos
Espaço com equipamentos desportivos
Igreja
Indústria alimentar
Industria de manufaturação
Indústria farmacêutica
Infra-estruturas rodoviária
Palácio
Reservatórios

A cidade virtual permite conhecer em detalhe soluções construtivas de cada edifício, desde fundações, interior e envolvente. Poderá ter acesso a materiais a utilizar, soluções construtivas e ensaios associados.

Sem dúvida uma ferramenta interessante para compreender melhor o planeamento associado à concepção de uma qualquer cidade. Desenvolvido por profissionais da Kimia.

Link: Kimia S.p.A. – La città virtuale

Fichas – Nova Regulamentação Energética de Edifícios

EdifíciosEngenharia

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O INETI disponibiliza em formato pdf, as Fichas incluídas no RCCTE (Decreto Lei nº 80/2006) de forma a facilitar a sua utilização pelos utilizadores destes regulamentos.
Em breve o INETI disponibilizará um Programa de Aplicação Informático, onde se inclui o Cálculo relativo aos requisitos do RCCTE bem como do RSECE (STE).

  • Demonstração da Conformidade Regulamentar para Emissão de Licença ou Autorização de Construção FICHA N.1
  • Levantamento Dimensional FICHA N.2
  • Demonstração de Satisfação dos Requisitos Mínimos para a Envolvente de Edifícios FICHA N.3
  • Demonstração da Conformidade Regulamentar para Emissão de Licença ou Autorização de Utilização FICHA N.4
  • Perdas associadas à envolvente exterior FC IV.1a
  • Perdas associadas à envolvente interior FC IV.1b
  • Perdas associadas aos vãos envidraçados exteriores FC IV.1c
  • Perdas associadas à renovação de ar FC IV.1d
  • Ganhos úteis na estação de aquecimento (Inverno) FC IV.1e
  • Valor máximo das necessidades de aquecimento (Ni) FC IV.1f
  • Cálculo do indicador Nic FC IV.2
  • Perdas FC V.1a
  • Perdas associadas a coberturas e envidraçados exteriores FC V.1b
  • Ganhos solares pela Envolvente Opaca FC V.1c
  • Ganhos solares pelos envidraçados exteriores FC V.1d
  • Ganhos internos Folha de Cálculo FC V.1e
  • Ganhos Totais na estação de arrefecimento (Verão) FC V.1f
  • Valor das necessidades nominais de arrefecimento (Nvc) FC V.1g

Em baixo estão disponibilizadas tabelas de cálculo, em Excel, de acordo com a nova regulamentação energética de edifícios:

tack.gif Tabelas de cálculos
tack.gif Cálculo do Índice de Eficiência Energética – IEE

- Programa de Cálculo RCCTE
- Legislação sobre Comportamento Térmico dos Edifícios
- Térmica de Edifícios
- Pormenores de Execução – Engenharia Civil

ficha 4 rccte, ficha 4 rsece, fichas licenciamento rsece xle, rccte ficha 4, rccte ficha nº 4,

Agência Espacial Europeia (ESA) com conteúdo especial no Google Earth

Notícias

European Space Agency, Moon, Mars, sun, space exploration, probes, missions, satellites, launchers, international space station, ISS, telecommunications, earth observation, navigation, astronauts, solar system, universe, remote sensing, space news, ESA, environment, monitoring, astronomy, Ariane, rocket, Galileo, comet, education, Venus”><meta name="description" content="The European Space Agency portal features the latest news in space exploration, human spaceflight, launchers, telecommunications, navigation, monitoring and space science.

Conservação e Reabilitação de Edifícios (II)

EdifíciosEngenharia

Dê uma vista de olhos na Parte I deste tema.

Documentação Lisboa Renovada:

Conservação de achados submarinos

Conservação de alvenarias e rebocos

Conservação da madeira

Conservação dos metais

Conservação da pedra

Conservação da pintura e outros acabamentos

Diversos

A humidade na construção

Reabilitação estrutural

Teoria da conservação e reabilitação

Informação reunida pelo “movimento” Lisboa Abandonada:

A área reconstruida do Chiado – Um exemplo de nobilitação  PDF (766 KB)

Arquitecturas de Reabilitação  HTML

Conservar, reabilitando a história do edifício  PDF (170 KB)

O que há de pior entre Lisboa e Vila Franca  PDF (716 KB)

Quando as casas se esvaziam  PDF (722 KB)

Que a terra não trema  PDF (37 KB)

Reabilitação de Edifícios Antigos – Casos Práticos  PDF (1.3 MB)

Materiais e Processos Construtivos

  • Cal Hidráulica Natural  PDF (412 KB)
  • Cerâmica  HTML
  • Ciclo do Calcário e da Cal  PDF (75 KB)
  • Granitos  HTML
  • Madeiras  HTML
  • Materiais Cerâmicos  HTML
  • Materiais Pétreos  HTML
  • Rochas Metamórficas  HTML
  • Rochas Sedimentares  HTML

O Pórtico Sul do Mosteiro dos Jerónimos

  • LIMPEZA ESTRAGA PORTAIS DOS JERÓNIMOS  PDF (384 KB)
  • O MONUMENTO MALTRATADO  PDF (398 KB)
  • PEDRAMALBA Recuperação de Mármores, Lda  HTML
  • POLLUTION PUTS JERONIMOS, MAFRA ‘IN GRAVE DANGER’  PDF (284 KB) 
  • REDE PROTEGE OS JERÓNIMOS DOS DEJECTOS DOS POMBOS  PDF (253 KB)
  • Pombos: Nem oito … nem oitenta  PDF (497 KB)

Princípios e Ética da Conservação

  • A ineficiente gestão do Património do Estado  Word (32 KB)
  • A INTERVENÇÃO NA CIDADE EXISTENTE  HTML
  • História da Conservação e Restauro e Arqueologia  HTML PDF (184 KB)
  • Introdução ao estudo dos instrumentos teóricos sobre a intervenção no Património edificado  PDF (869 KB)
  • Lei 107/2001 de 8 de Setembro  PDF (201 KB)
  • Património Edificado – a Autenticidade da Memória  Word (24 KB)

Trabalhos

  • Av. Almirante Reis, n.º 74  PDF (864 KB)
  • Casa Atelier Pró Arte  PDF (1015 KB)
  • História da Conservação e Restauro e Arqueologia  HTML PDF (184 KB)
  • Museu do Teatro  PDF (694 KB)

Urbanismo e Construção :

  • Cidade Tradicional versus Carta de Atenas  HTML
  • Construção Pombalina  PDF (758 KB)
  • Estudo da Dinâmica Urbanística no corredor de Chelas/Barreiro  PDF (111 KB)
  • Habitação na Cidade Industrial, 1870-1950  PDF (190 KB)
  • Imposto sobre os Imóveis Abandonados  PDF (245 KB)
  • Megasismo de Lisboa ou vulnerabilidade sismica do parque edificado de Lisboa no Sec. XXI  PDF (43 KB)
  • Serão as cidades invisíveis para a política?  PDF (24 KB)
  • Velhos Cinemas de Lisboa  PDF (211 KB)

Estudo de Casos :

  • BaixaPombalina – Interessante blog sobre a Baixa Pombalina de Lisboa
  • Trabalhos de conservação e restauro daTorre de Belém
  •  Trabalhos de conservação e restauro do Mosteiro dos Jerónimos

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reabilitaçao de edificios antigos,

Lisboa – Arquitectura e Urbanismo

e-Books

Lisboa – Prémio Valmor (45,93 MB)

Criado em 1903 o Prémio Valmor e instituído em 1943 o Prémio Municipal de Arquitectura, posteriormente fundidos em 1982, tinham como objectivo destacar a qualidade arquitectónica das novas construções consideradas como objectivos individualizados.

Este catálogo contém uma apresentação cronológica do Prémio Valmor, Menção Honrosa ou/e Prémio Municipal de Arquitectura, entre1902 e 2002. Os textos sobre todos os edifícios premiados são acompanhados pela fotografia antiga e actual, fotografia do local com a nova edificação, nos casos em que existiu demolição, data de atribuição, tipo de prémio, designação, localização, autorias e membros do júri.

Baixa Pombalina: 250 anos em imagens (15,93 MB)

Desde as imagens do terramoto, passando pelas da reconstrução pombalina, pelos cortejos de coroação, de casamentos reais, de funerais, paradas militares, desembarques e embarques, visitas de aparato, até às revoluções, proclamações, desfiles, manifestações e festejos, a exposição percorre 250 anos ricos de história e de emoções de Lisboa e de Portugal.

Trata-se de uma obra profusamente ilustrada e de grande qualidade gráfica composta por 120 fotografias e 23 gravuras e pinturas.

A Baixa Pombalina e a sua importância para o Património Mundial (5,60 MB)

O livro que agora se lança consiste na resenha dos vários depoimentos e comunicações apresentadas nas referidas Jornadas. Depoimentos que trataram temas tão variados como a importância da Baixa Pombalina para a História do Urbanismo ou como referência de uma tradição cultural e imagem da sua projecção internacional.

Baixa Pombalina: bases para uma intervenção de salvaguarda (7,00 MB)

Apresentam-se textos que abordam, entre outros temas, a problemática dos levantamentos, a monitorização de indicadores, os estudos sócio-economicos e as propostas de regulamentação. No final, são transmitidos os relatos e as experiências relativas à gestão deste bem cultural que se deseja reconhecido como Património de toda a Humanidade.

Quatro Estudos de Caso (Alvalade, Benfica, Sta Catarina e Expo Sul) (6,08 MB)

Lisboa vista por quatro territórios. Estas análises, complementadas com diversas histórias de vida, são elementos preciosos para caracterizar com muita riqueza cada uma das zonas, servindo também de excelente base de trabalho para reflexões e intervenções a outras escalas.