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AUTOCAD – Linha e/ou janela de comandos desapareceram

BIM & CAD

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Procedimento para validar certificados de calibração de EMM

Metrologia

Para cada calibração deve ser requerido do Laboratório que executou este serviço, a emissão do respectivo certificado que deve ser validado aquando da sua recepção.

Antes de validar o certificado de calibração, deve validar o laboratório que emitiu o certificado, confirmando se este possui competências reconhecidas e acreditadas para realizar essa calibração em específico.

O certificado de calibração de um equipamento de medição ou monitorização, deve conter, no mínimo, as seguintes informações:

1) nome do laboratório que executou a calibração ou verificação;

2) número do certificado;

3) características do equipamento calibrado ou verificado, incluindo o nome, a natureza do trabalho, a sua identificação;

4) resumo do procedimento utilizado para calibração ou verificação;

5) método de conferência;

6) instrumento padrão utilizado e a rastreabilidade dos padrões ou equipamentos, utilizados na calibração ou verificação;

7) data da execução da calibração e período de validade da calibração ou da verificação;

8) resultados da calibração;

9) observações/restrições;

10) resultados obtidos durante o processo de calibração ou verificação, tais como: gráficos, tabelas, ábacos, etc.;

11) nome e assinatura do executante da calibração ou verificação e do responsável por assegurar a exatidão das informações. [são necessárias duas rubricas]

Todas estas informações devem ser analisadas na recepção do certificados e, só depois, a análise dos resultados deve ser verificada. Fica desde já a nota que, em sistemas de gestão da qualidade (NP EN ISO 9001), os certificados de calibração devem ser considerados como registros, portanto, tratados conforme procedimento.

Análise do Certificado

Os equipamentos de medição e monitorização, devem ter os seus certificados de calibração analisados, antes da sua utilização.

Nesta análise devem ser verificados:
a) Se o certificado contempla os itens citados em 6.4.4;
b) Se a dispersão estatística dos resultados das séries de medições executadas durante a calibração, se encontram dentro do campo definido para o valor verdadeiro da grandeza mencionada (erro máximo admissível).

Carimbo para validar certificado de calibraçãoUma boa prática, será a criação de um carimbo (a colocar no verso do documento, conforme exemplo), que servirá para orientar e registar a análise de validação do certificado.

Validação dos Resultados da Calibração ou Verificação

Este processo visa validar a curva característica dos resultados da calibração de um determinado equipamento para os seus respectivos propósitos.

Também é possível validar parte da curva característica, ou restringir o uso de um determinado equipamento, onde, parte de sua faixa de escala tiver sua exatidão comprometida.

Verificação da Erro máximo admissível:
a) Definir o campo de tolerância admissível para o valor verdadeiro consistente com uma dada grandeza específica. Essa grandeza está relacionada com cada tipo de Equipamento de Medição selecionado;
b) Extrair do resultado da calibração, apresentando no certificado de calibração, o valor do maior desvio encontrado; c) O desvio ou erro de medição, será adotado como sendo o resultado aritmético da subtração entre o valor encontrado em uma medição e o valor verdadeiro convencional (valor indicado pelo padrão), (valor medido – valor verdadeiro convencional ou valor padrão). Esse desvio será positivo para valores de medição maior que o valor padrão e negativo para valores de medição menores que o valor padrão;
d) Verificar se o máximo desvio ou erro de medição encontrado é menor ou igual a erro máximo admissível;
e) A exatidão da medição estará aprovada nas faixas da escala, onde o valor de desvio ou erro de medição for menor ou igual a tolerância máxima aceita, e reprovada caso o desvio for maior que a tolerância máxima aceita.

Com a publicação da última das Portarias, previstas no Decreto-Lei nº 192/2006 de 26 de Setembro de 2006, ficou concluído o quadro legislativo da Directiva dos Instrumentos de Medição (MID).

Portaria nº 3/2007, Recipientes para a comercialização de bebidas
Portaria nº 12/2007, Medidas materializadas de comprimento
Portaria nº 18/2007, Contadores de energia eléctrica activa
Portaria nº 19/2007, Sistemas de medição contínua e dinêmica de quantidades de líquidos com exclusão de água
Portaria nº 20/2007, Analisadores de gases de escape
Portaria nº 21/2007, Contadores de água fria ou quente
Portaria nº 22/2007, Instrumentos de medições dimensionais
Portaria nº 33/2007, Taxímetros
Portaria nº 34/2007, Contadores de gás e dispositivos de conversão associados
Portaria nº 57/2007, Instrumentos de pesagem de funcionamento automático
Portaria nº 87/2007, Contadores de calor

Controlo de Equipamentos de Medição e Monitorização

Caso o certificado de calibração ou verificação seja considerado satisfatório, o equipamento de medição deve ser registado num impresso de controlo, que consiste em uma listagem geral onde constam, no mínimo, os seguintes dados:
– nome do equipamento de medição,
– identificação,
– data da calibração,
– data da próxima calibração,
– número do certificado
– laboratório que executou a calibração.

Etiqueta da Situação da Calibração ou Verificação

Para todo equipamento calibrado é requerida uma etiqueta que indique a situação (STATUS) da calibração. Esta etiqueta deve ser fixada ao equipamento em local visível.

A etiqueta deve ser fornecida pela entidade que executou a calibração e nela devem constar, no mínimo, as seguintes informações:
– Identificação do laboratório que executou a calibração ou a verificação.
– Mês e ano da validade da calibração ou verificação.

A etiqueta do equipamento de monitorização e medição (EMM), deve ser substituída a cada calibração ou verificação. Em equipamentos pequenos, ou devido sua conformação geométrica, onde não for possível a fixação da etiqueta, esta deve ser fixada na 1ª via do Certificado corresponde para fins de rastreamento da calibração.

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Períodos iniciais de calibração de instrumentos de medição

Metrologia

Quando um instrumento de medição é utilizado pela primeira vez, é necessário proceder à sua calibração, a fim de confirmar que ele cumpre as especificações metrológicas exigidas para o correcto desempenho do serviço em causa.

A periodicidade de calibração inicial deverá ser, então, fixada em função de diversos factores, tais como o tipo de instrumento, as recomendações do fabricante, a especificidade das condições de operação e a frequência de utilização previsível.
Laboratório de metrologiaPara o equipamento utilizado em análise química convém distinguir entre calibração instrumental, calibração analítica e verificação operacional.

Todos os instrumentos, que requerem calibração analítica como parte da sua operação normal (ex. cromatógrafos, espectrómetros, espectrofotómetros), devem ser calibrados com materiais de referência de composição conhecida (soluções de compostos puros, p. ex.).

Na definição dos períodos iniciais de calibração instrumental de equipamento de análise química deve ter-se em conta o tipo de amostragem, o seu manuseamento e preparação, a possibilidade de contaminação e a taxa de recuperação em processos de extracção. Deve ainda ter-se em conta que a calibração instrumental só se torna necessária quando a grandeza em questão influencie significativamente o resultado da medição e a sua incerteza.

No que respeita aos analisadores de composição e, de uma forma geral, aos instrumentos utilizados em química analítica, as medições devem ser, sempre que possível, rastreáveis à quantidade de matéria (mole, no SI), ou a um material de referência certificado, de qualidade metrológica elevada.

Campo de aplicação

Este artigo, baseado na Recomendação CNQ 4/99, tem por objectivo dar a conhecer aos laboratórios de calibração e de ensaio uma lista com exemplos de períodos iniciais de calibração de padrões de referência, padrões de trabalho e instrumentos de medição em geral. A sua aplicação na actividade industrial deve tomar em consideração que as condições de utilização são, em geral, mais severas do que nos referidos laboratórios.

O documento visa suprir, para um determinado tipo de instrumento, a dificuldade de escolha do período inicial de calibração, sempre que não se possua experiência sobre o seu comportamento e, por outro lado, o fabricante seja omisso em relação a este assunto.

A aplicação dos exemplos constantes deste documento deve ter sempre em conta os princípios e metodologias estabelecidos na norma NP EN 30012-1, no que se refere à determinação dos períodos de calibração.

Relativamente aos instrumentos de análise química, o presente documento refere-se à calibração instrumental, pressupondo-se que a calibração analítica é feita de acordo com as normas ou procedimento de ensaio.

Para as verificações operacionais recomenda-se o uso do CITAC Guide 1.

Exemplos de períodos iniciais de calibração para INSTRUMENTOS DE MEDIÇÃO e respetiva PERIODICIDADE [MESES]

Nota I – Os Padrões de Referência, pelo facto de normalmente não estarem condições de utilização adversas e de, regra geral, terem uma frequência de utilização menor do que os instrumentos de medição em geral, podem ter periodicidades de calibração mais alargadas, desde que devidamente justificadas.

Nota II – Os Instrumentos de Medição que não são utilizados em Laboratório têm, em geral, condições de utilização mais severas, pelo que a definição da sua periodicidade de calibração deve ter em conta a sua aplicação na actividade em causa. Regra geral terão uma periodicidade de calibração menor.

Nota III – A calibração ao nível do ppb (parte por bilião 1:10^9) deve ser objecto de cuidados especiais, devendo os períodos iniciais de calibração serem reduzidos a metade dos propostos, excepto quando a calibração faz parte do procedimento normal de análise. Quando um teste é utilizado para medição de uma propriedade empírica de uma dada amostra, como o ponto de inflamação, a turvação, o ponto de orvalho, etc…, o procedimento de ensaio deve ser validado com materiais de referência rastreáveis, com um método de referência ou normalizado, ou através de ensaios interlaboratoriais.

Acústica

Calibradores de nível sonoro 12
Dosímetros de ruído 12
Microfones 12
Pistonfones 12
Sonómetros 12

Binário

Chaves dinamométricas 6
Medidores de binário 12

Calorimetria

Analisadores térmicos diferenciais 12
Calorímetros diferenciais 12
Outros calorímetros 24

Comprimento, superfície e ângulo

Blocos padrão 12
Calibres passa/não passa 12
Comparadores 12
Esquadros e réguas geométricas 12
Interferómetros laser 12
Máquinas de medir por coordenadas 12
Micrómetros 12
Microscópios de medição linear 12
Níveis de metrologia 12
Paquímetros 12
Planímetros 12
Planos ópticos 12
Projectores de perfis 12
Sutas 12
Transdutores de deslocamento 12
Transdutores e sensores de ângulo 12
Autocolimadores 24
Padrões de circularidade 24
Padrões de rugosidade 24
Planos de metrologia 24
Pratos divisores 24
Réguas graduadas 24

Electricidade e magnetismo

Amperímetros 12
Atenuadores padrão de alta frequência 12
Caixas de resistências 12
Condensadores padrão 12
Contadores de energia eléctrica 12
Conversares térmicos de tensão e corrente 12
Coulómetros 12
Divisores capacitivos de tensão 12
Divisores resistivos de tensão 12
Fasímetros 12
Galvanómetros 12
Gaussímetros 12
Geradores e analisadores de sinal 12
Impedâncias de alta frequência 12
Indutâncias padrão 12
Ohmímetros 12
Padrões de ruído eléctrico 12
Pilhas padrão 12
Pontes de Wheatstone, impedância e capacitância 12 Potenciómetros 12
Resistências padrão 12
Voltímetros 12
Wattímetros 12
Transformadores de medição 36

Equipamentos e dispositivos médicos

Audiómetros de sons puros 12
Aparelhos para audiometria da voz 12
Aparelhos para medição da resposta humana às vibrações 12 Electrocardiógrafos 12
Electroencefalógrafos 12
Esfigmomanómetros 12
Focómetros 12
Sistemas bioeléctricos e ultra-sónicos 12
Sonómetros 12
Termómetros clínicos, eléctricos 12

Força

Anéis dinamométricos 12
Células de força 12
Equipamento hidráulico de medição de força 12
Máquinas de ensaios mecânicos (sistemas de medição de força) 12

Humidade

Higrómetros absolutos 12
Higrómetros relativos 6
Psicrómetros 12

Massa, volume e densidade

Instrumentos de pesagem de funcionamento não automáticos 12 Massas padrão 12
Picnómetros de vidro 12
Densímetros 24
Hidrómetros 24
Picnómetros de metal 24
Sólidos de imersão 24
Medidas materializadas de volume 12
Material volumétrico de laboratório 36

Medições em fluxos

Anemómetros 6
Contadores volumétricos para líquidos 12
Medidores de caudal mássico 12
Medidores de Venturi 12
Medidores de caudal de orifício calibrado 24
Contadores volumétricos para gases e gases liquefeitos 24
Tubos de Pitot 24
Tubos padrão 24
Rotâmetros 24
Medidores de coluna de mercúrio 36

Óptica, fotometria, colorimetria e radiometria

Analisadores de sinal óptico 12
Atenuadores ópticos 12
Fontes de sinal óptico (laser, led) 12
Fotómetros 12
Medidores de comprimento de onda 12
Medidores de potência óptica 12
Reflectómetros 12
Bolómetros 24
Colorímetros 24
Lâmpadas padrão 24
Medidores de intensidade luminosa 24
Medidores térmicos de cor 24
Monocromadores 24
Espectro-radiómetros 48
Padrões de cor 48

Pressão

Barómetros 12
Manómetros 12
Vacuómetros 12
Balanças manométricas 24

Quantidade de Matéria

Cromatógrafos:
– Grandezas medidas pelo detector (absorvância, condutibilidade, etc…) 6
– Sistema de aquecimento / termostatação 6

Difractómetro de raios X e de neutrões:
– Calibração do detector (massa, ppm, comprimento de onda, frequência, absorvância, transmitância, largura de banda, intensidade) 12

Espectrómetros, espectrofotómetros, incluindo absorção atómica, fluorescência, plasma acoplado induzido (ICP), emissão óptica, infravermelhos, luminescência, massa, Raman, ressonância magnética nuclear, ultra-violeta/visível, fluorescência de raios X, colorímetros:
– Grandezas da fonte de radiação (comprimento de onda, intensidade, largura de banda,…) 12
– Grandezas medidas pelo detector (absorvância, transmitância, largura de banda, intensidade) 6

Sistemas electroquímicos, incluindo condutibilidade, pH e iões selectivos:
– Sinal eléctrico 12

Analisadores amperimétricos e coulométricos (intensidade de corrente e carga eléctrica) 12
Aparelhos de determinação de depressão crioscópica 12 Ebuliómetros 12
Polarímetros (poder rotatório específico) 6

Radiações ionizantes

Dosímetros 12
Fontes de radiação ionizante 12

Temperatura

Termopares com compensação electrónica da junção de referência 6
Pirómetros 12
Sensores térmicos 12
Termómetros em geral 12
Termopares em metais nobres 24

Tempo e frequência

Contadores de impulsos 12
Cronómetros 12
Frequencímetros 12

Velocidade e aceleração

Acelerómetros 12
Estroboscópios 12
Frenómetros 12
Medidores de vibração 12
Taquímetros 12

Viscosidade – Reometria

Viscosímetros de corpo em queda 6
Reómetros 6
Viscosímetros de escoamento capilar 12
Viscosímetros de rotação 12

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10 Passos para obter o Certificado Energético de um imóvel

Edifícios

Para a realização do processo de certificação energética é importante seguir um conjunto de passos.

Comece por consultar vários peritos e formalizar a sua contratação com quem lhe oferecer a melhor proposta, tendo em conta o preço e a garantia de prazos. Reúna toda a documentação solicitada com antecedência e durante a visita do perito ao imóvel procure esclarecer todas as dúvidas sobre as medidas necessárias para um melhor desempenho energético. Certifique-se de que todos os espaços de sua casa estão acessíveis (sótão, caves, casa das máquinas). Antes de terminar o processo, confirme se recebeu toda a informação e confira se os valores pagos correspondem aos declarados na fatura e recibo.

Aquaplaning nas Estradas Portuguesas – Verificação de Segurança à Hidroplanagem

EngenhariaVias de Comunicação

Num estudo intitulado «O PERIGO GRAVE DE HIDROPLANAGEM NAS ESTRADAS PORTUGUESAS FORMULAÇÃO DE CÁLCULO E PROPOSTAS PARA RESOLUÇÃO DOS PROBLEMAS», publicado na revista técnica da secção Norte da ANET, o Observatório de Segurança de Estradas e Cidades (OSEC), realça que os alunos de engenharia “não aprendem a calcular a Velocidade Crítica de Hidroplanagem”, a partir da qual ocorre o “aquaplanig”, destaca a edição online do Jornal de Notícias.

Tipos de Fraude – Phishing, Páginas Falsificadas, SCAM

Esquemas e Fraudes

As fraudes na Internet são caracterizadas por provocar prejuízos dos mais variados tipos aos usuários da Internet e também a entidadas coletivas e governamentais.

Aqui pretendemos demonstrar os principais tipos de fraudes realizados atualmente na Internet e disponibilizar informações e métodos que possam ser utilizados na tentativa de evitar estes golpes.

A lista de esquemas utilizados atualmente para fraudar a sociedade é imensa, mas os métodos são mais ou menos semelhantes.

Como as grandes instituições financeiras estão geralmente mais informadas e mais protegidas, o alvo preferencial de esquemas de fraude é geralmente o lado mais fraco, no caso, os usuários da Internet.

Os meios de obtenção de vantagens incluem o uso de e-mail falsos, distribuição de códigos maliciosos que induzem o usuário a instalar programas que dão acesso aos Hackers a seus dados, utilização de engenharia social, sites e e-mails falsos e outros.

Engenharia Social

A engenharia social é um método de ataque onde a técnica utilizada é a persuasão.

Através de e-mail e/ou ligações telefônicas o usuário é induzido a fornecer informações importantes, ou realizar determinadas transações. Neste tipo de ataque, por exemplo, de posse de informações básicas da vítima é fácil se passar por um funcionário de um provedor e solicitar dados confidenciais, como senha do provedor.

SCAM

O Scan ou Golpe é qualquer ação que, normalmente tem como finalidade obter vantagem financeira em cima de uma vítima. Existem vários destes golpes atualmente sendo praticados através da internet e existem ainda os que irão surgir.
A forma de utilização deste tipo de fraude se dá basicamente através de dois métodos, sendo que o primeiro normalmente é caracterizado pela disponibilização de página na Internet e o outro através do envio de e-mails. Como exemplo deste tipo de esquema, temos o famoso “Golpe da Nigéria”. Neste golpe o usuário recebe um e-mail em nome de uma instituição governamental da Nigéria, onde é solicitado que esta pessoa actue como intermediária em uma transferência internacional de fundos. Obviamente, o valor mencionado normalmente corresponde a dezenas ou centenas de milhões de dólares. Como reconpensa a vitima terá direito de ficar com uma percentagem do valor da transação, porém é solicitado que o usuário pague antecipadamente uma certa quantia, normalmente alta, para arcar com taxas de transferência de fundos.

Phishing

O Phishing, também conhecido como pishing scam, é um tipo de golpe que utiliza como método mais comum o envio de um falso e-mail (geralmente de uma instituição conhecida) solicitando que o usuário preencha alguns dados em um formulário ou que instale códigos malicíosos atraés de falsos links (CERT, 2006). O objetivo deste tipo de fraude é obter acesso a dados dos usuários ou instalar programas espiões que,
escondidos do usuário, roubam informações como senhas, contas de bancos, números do cartão de crédito e outros. A tática da fraude pode variar um pouco, mas o resultado quase sempre é o de prejuízo para a vítima. Um dos exemplos mais comuns é o envio de e-mails, como cartões virtuais ( exemplo na figura 1), onde a vítima recebe um cartão virtual de um desconhecido, na mensagem é solicitado que o usuário clique em um link para poder olhar o cartão, geralmente estes links são falsos, levando o usuário a instalar
códigos espiões com o objetivo de roubar senhas ou número de cartões de crédito.

Outra variante deste tipo de golpe que se tornou uma praga ultimamente é o envio de avisos de instituições como Serasa, Companhias Telefônicas, Tvs a Cabo, Instituições Bancárias, Tribunal Eleitoral, e outras (exemplo na figura 2), enviando um aviso de débito ou informando que seu titulo eleitral foi cancelado, e que em ambos os casos, apresenta um link solicitando que o usuário clique nele para verificar os seus
dados. Se a vítima cair neste golpe, fatalmente terá seus dados roubados ou seu computador será infectado com programas espiões.

Páginas Falsificadas

O golpe com o uso de páginas falsificadas é um dos maiores responsáveis pelos prejuízos causados as instituições bancárias.
Este tipo de golpe normalmente inicia com um falso e-mail de uma instituição bancária, onde existe um link apontando para um endereço falso como sendo um atalho para a vítima acessar seu home banking. Uma vez que a pessoa clique no link, estará acessando uma página falsa da instituição, muito semelhante ao site original. Nesta página falsa serão solicitados dados como agência, conta e senha do seu banco, e após o prenchimento dos dados será pedido a confirmação do envio das informações, o problema é que sendo a página falsa, os dados digitados serão armazenados no computador dos Crackers, a partir daí os fraudadores poderão realizar qualquer operação com os seus dados, como transferências eletrônicas e saques em dinheiro.
Normalmente, a vítima só descobre o golpe quando se dá conta de operações não realizadas por ela em seu extrato bancário.

Boatos

Este tipo de Golpe é um dos mais comuns na Internet, normalmente, o objetivo do criador de um boato é verificar o quanto ele se propaga pela Internet e por quanto tempo permanece se propagando. De modo geral, os boatos não são responsáveis por grandes problemas de segurança (TERRA, 2006), mas podem causar preocupação se o boato induzir o usuário a entrar em determinado site para atualizar seus dados, ou instalar um determinado programa para eliminar um suposto vírus, obviamente todas estas informações são falsas e querem apenas confundir o usuário. Portanto, a melhor forma de se proteger de boatos é utilizar o bom senso e procurar certificar-se da veracidade das informações, também é possível acessar o site http://hoaxbusters.ciac.org/, que mantém, em inglês, uma lista dos boatos mais frequentes.