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Category : Arquitectura

Projeto Moisés | Diques flutuantes para proteger Veneza

EngenhariaObras emblemáticas

Para salvar Veneza das marés altas e das inundações está em marcha o projeto Moisés, uma obra com cerca de 20 km e que envolve um investimento de 5,4 bilhões de euros na construção de diques flutuantes.

O Moisés é um sistema de 78 diques móveis divididos em quatro seções nos três acessos à lagoa de Veneza, a maior, dividida em duas partes com a construção de uma ilha artificial no meio.

Aqueduto das Águas Livres

ArquitecturaEngenhariaHidráulicaObras emblemáticas

O Aqueduto das Águas Livres – também conhecido por Aqueduto de Alcântara – foi mandado construir por D. João V em 1731 para resolver os graves problemas de abastecimento de água com que Lisboa se confrontava, encontrando-se classificado como Monumento Nacional desde 2002. Até meados do século XVIII, «a cidade contava, nessa data, com cerca de 80.000 habitantes e apenas 560 m3 de água, o que correspondia a 7 litros por habitante.»

Planear e construir «Cidades Amigas do Idoso» | O Guia

ArquitecturaUrbanismo e Gestão Territorial

O envelhecimento populacional e a urbanização são duas tendências mundiais – por isso – planear e organizar as cidades para que se tornem mais amigas do idoso, adaptando as suas estruturas e serviços para sejam mais acessíveis e promovam a inclusão de idosos com diferentes necessidades e graus de capacidade, deve ser uma preocupação e um objetivo generalizado.

Faróis de Portugal

Obras emblemáticas

A responsabilidade pela manutenção de uma rede de faróis na costa de Portugal está entregue à Marinha, mais propriamente à Direcção de Faróis (DF), um organismo da Direcção-Geral da Autoridade Marítima (DGAM) que tem por missão a direcção técnica das ajudas à navegação, coordenando o estudo, instalação, manutenção e extinção das mesmas a nível nacional.

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Comparativo software BIM | Autocad, Sketchup, ArchiCAD, Revit, Vectorworks

ArquitecturaBIM & CADEngenhariaRanking

Escolher e investir num software para trabalhar em arquitetura e modelagem de objetos não é uma tarefa fácil, por um lado esse tipo de aplicações implica esforço e tempo para aprender a dominar a ferramenta – tempo que muitas vezes não temos; por outro lado, acarreta um investimento generoso e um compromisso para o futuro já que, na maior parte das vezes, migrar conteúdos entre diferentes aplicativos acarreta conversões e consequentes perda de informação por incompatibilidades, daí que escolher o software a adquirir é – geralmente – uma espécie de casamento onde o divórcio pode ser bem oneroso.

Arquitetura Popular Portuguesa | Casas Tradicionais

ArquitecturaEdifícios

A arquitetura tradicional portuguesa, baseada na ancestral arte de construir e na humanização da paisagem é, numa época em que não existiam redes de transporte nem tecnologias de climatização e iluminação artificiais, marcada pela otimização de processos construtivos e a utilização de materiais e recursos locais, de acordo com as características climatéricas no local de implantação e resultando do desenvolvimento de diversos condicionalismos, nomeadamente geográficos, económicos, sociais, históricos e culturais.

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Arte de Projetar em Arquitetura | Ernest and Peter Neufert

ArquitecturaEngenharia

Este fantástico manual constitui uma referência no design e planeamento de espaços, interiores e exteriores.

Organizado por tipos de construção permite, através dos mais de 6200 diagramas com grande rigor e detalhe que dispõe, compreender de uma forma muito rápida e precisa noções de espaço, função e construção.

A ideia de concepção deste manual é simples e eficaz: condensar em fichas esquemáticas, basicamente gráficas, claramente ordenadas e de fácil consulta, uma informação precisa a respeito das tipologias, as soluções técnicas, as medidas e outros aspectos da arquitectura.

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Sistemas de Rega – Concepção e Instalação

ArquitecturaEngenhariaHidráulicaVias de Comunicação

Se tiver em conta que 70% de toda a água utilizada no mundo é usada para regar plantações agrícolas e jardins, a ideia de poupança de água através da rega eficiente é vital no futuro das nossas reservas de água.

Os sistemas de rega, nas suas variantes, utiliza aspersores, que podem variar de pequenos pulverizadores emergentes usados num simples jardim, até aspersores rotativos de maiores dimensões para aplicações comerciais ou agrícolas; ou, em sistemas de baixo volume, gotejadores, brotadores e micro pulverizadores para distribuir a quantidade de água adequada lenta e uniformemente, nas raízes das plantas ou próximo delas, eliminando as perdas.
Estes componentes, combinados com controlos avançados que ajustam os calendários de rega de acordo com as condições climatéricas e as necessidades das plantas constituem alguns dos sistemas mais eficientes disponíveis hoje em dia.

Rain Bird
em «
O uso inteligente da água»

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Reconhecimento e Acreditação de Cursos

ArquitecturaEngenhariaNotícias

O texto a seguir apresentado é de enorme interesse para todos aqueles que estudam num estabelecimento de ensino não reconhecido e/ou acreditado pela Ordem que o representa.

A Universidade Fernando Pessoa exige uma indemnização de milhões de euros à OA. Em acusa está o facto de esta ter obstaculizado inscrições de alunos por não reconhecer o curso que os licenciou.

A Ordem já alterou o regulamento nesta matéria. No entanto, a Ordem dos Arquitectos (OA) arrisca-se a ter de indemnizar em largos milhões de euros a Universidade Fernando Pessoa. Na origem deste facto estão “prejuízos materiais e morais” decorrentes da recusa de inscrição pela Ordem de alunos licenciados, alegando que não reconhecia o curso. “Não aceitávamos que a Ordem dos Arquitectos pudesse ser uma entidade competente para legalizar cursos”, defendeu, contudo, ao JANEIRO o reitor da Universidade, sustentando que, por isso mesmo, a instituição moveu uma acção nos tribunais, questionando sobre a licitude do acto.

Salvato Trigo avançou que “o Tribunal acabou por dar razão à Universidade Fernando Pessoa, mas a Ordem recorreu para o Tribunal Constitucional que confirmou, porém, a sentença”.

Salvato Trigo alertou que eventualmente a OA apenas decidiu mudar o regulamento quando começaram a aparecer inúmeras queixas, entre elas as de alguns alunos da Universidade Fernando Pessoa que têm já a decorrer várias acções contra a Ordem.

O curso de Arquitectura da instituição existe desde 1997 e, de acordo com o reitor, estes problemas “afectaram o bom nome da Universidade”.

No novo Regulamento de Inscrição alterado em Outubro de 2006 pode ler-se que a sua alteração deveu-se ao facto de o Governo ter reconhecido que lhe “cabe dar cumprimento à Directiva Arquitectos e o objectivo, previsto no DL 74/2006, de criar um sistema nacional de avaliação dos diplomas de ensino superior”.

A Ordem explicita também que “a partir do momento em que o Estado português assume as suas obrigações na regulação do ensino superior em Portugal, a Ordem deverá concentrar-se no que só a ela compete – ou seja, no apoio à qualificação dos membros e candidatos a membros – e não no desempenho de tarefas que deverão caber ao Estado e às Universidades como sejam a avaliação de cursos e a verificação dos conhecimentos académicos detidos pelos licenciados”.

Desta forma, põe termo “ao sistema de reconhecimento e acreditação de cursos até agora desenvolvido pelo Ordem, o qual deverá ser substituído pela participação da Ordem no novo sistema nacional de avaliação dos diplomas do ensino superior. Por isso também pomos termo à exigência de uma prova de admissão”.

É que segundo o artigo 42.º do Decreto-Lei n.º 176/98, de 3 de Julho, só os arquitectos inscritos na OA podem, no território nacional, usar o título profissional de arquitecto e praticar os actos próprios da profissão.

in O Primeiro de Janeiro

A Ordem dos Engenheiros já fazia o mesmo não!?

O Estado reconhece, a Ordem não…. 

 .

Debate no «Fórum Projest Engenharia», «O FIM» dos exames de admissão à Ordem dos Engenheiros [ Votação ]

cursos acreditados pela ordem dos engenheiros 2012,

Suplementos «Destaque» de Arquitectura 2006

Arquitectura

A Ordem dos Arquitectos edita mensalmente, o Destaque – um suplemento de publicidade, arquivável, composto por fichas de produto/serviço com informação essencialmente técnica.

Até ao final de Abril pode descarregar as edições de 2006 (aproveitem).

Documentos

156 – JANEIRO
157 – FEVEREIRO
158 – MARÇO
159 – ABRIL
160 – MAIO
161 – JUNHO
162 – JULHO
163 – AGOSTO
164 – SETEMBRO
165 – OUTUBRO
166 – NOVEMBRO
167 – DEZEMBRO