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Category : Obras emblemáticas

Conjunto de obras de elevado nível arquitectónico

Maior ponte do mundo sobre o mar na China – Qingdao Haiwan Bridge

Obras emblemáticas

A China inaugurou a maior ponte do mundo – a Ponte Qingdao Haiwan, com um comprimento de quase 42 quilómetros que demoraram quatro anos a serem concluídos e representaram um custo de mais de mil milhões de euros.

A ponte, projetada pelo Shandong Gausu Group, faz a ligação entre a cidade e os subúrbios de Huangdao, na baía de Jiazhou, diminuindo a distância entre as cidades em cerca de 30 minutos.

Ponte 25 de Abril

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Uma das pontes mais emblemáticas de Portugal, a Ponte 25 de Abril – oficialmente designada como Ponte sobre o Tejo e inaugurada em 1966 com o nome Ponte Salazar, volta a entrar em obras com a realização de uma empreitada de trabalhos de reparação e conservação.
A United States Steel Export Company foi a companhia responsável pela construção da Ponte 25 de Abril, em 1962, a empreitada foi adjudicada à empresa americana, tendo sido inaugurada em 1966, sendo, na altura, a maior ponte suspensa da Europa.

Projeto Moisés | Diques flutuantes para proteger Veneza

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Para salvar Veneza das marés altas e das inundações está em marcha o projeto Moisés, uma obra com cerca de 20 km e que envolve um investimento de 5,4 bilhões de euros na construção de diques flutuantes.

O Moisés é um sistema de 78 diques móveis divididos em quatro seções nos três acessos à lagoa de Veneza, a maior, dividida em duas partes com a construção de uma ilha artificial no meio.

Aqueduto das Águas Livres

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O Aqueduto das Águas Livres – também conhecido por Aqueduto de Alcântara – foi mandado construir por D. João V em 1731 para resolver os graves problemas de abastecimento de água com que Lisboa se confrontava, encontrando-se classificado como Monumento Nacional desde 2002. Até meados do século XVIII, «a cidade contava, nessa data, com cerca de 80.000 habitantes e apenas 560 m3 de água, o que correspondia a 7 litros por habitante.»

Faróis de Portugal

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A responsabilidade pela manutenção de uma rede de faróis na costa de Portugal está entregue à Marinha, mais propriamente à Direcção de Faróis (DF), um organismo da Direcção-Geral da Autoridade Marítima (DGAM) que tem por missão a direcção técnica das ajudas à navegação, coordenando o estudo, instalação, manutenção e extinção das mesmas a nível nacional.

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Pontes de Portugal

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  • Ponte de Dona Maria Pia 

A Ponte de D. Maria Pia, assim chamada em honra de Maria Pia de Sabóia, é uma obra de grande beleza arquitectónica, projectada pelo Eng.º Théophile Seyrig e construída, entre Janeiro de 1876 e 4 de Novembro de 1877, pela empresa de Gustave Eiffel. Foi a primeira ponte ferroviária a unir as duas margens do rio Douro.

No último quartel do século XX tornou-se evidente que a velha ponte já não respondia de forma satisfatória às necessidades. Dotada de uma só linha, obrigava à passagem de uma composição de cada vez, a uma velocidade que não podia ultrapassar os 20 km/h e com cargas limitadas.

Encontra-se desactivada desde que foi substituída pela moderna Ponte de São João. Ninguém tem dúvidas sobre a enorme riqueza deste património, mas tal não tem impedido que a Ponte de Dona Maria se vá degradando ano após ano, já que ainda não lhe foi atribuída uma utilização prática para o futuro.

Ver também: Pormenores de construção – Ponte D. Maria Pia

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Cidade das Artes e das Ciências – Valência

Obras emblemáticas


Uma autêntica cidade futurista integrada num parque urbano de 350.000 m² no antigo leito do rio Turia. Alberga 5 impressionantes edifícios onde o vanguardismo e a criatividade se fundem numa grande beleza visual:

1- O Hemisferic
2- Museu das Ciências Príncipe Felipe
3- L’Umbracle
4- Parque Oceanográfico
5- Palácio das Artes (não visível na foto)

Projectada por Santiago Calatrava, a Cidade das Artes e das Ciências vale não tanto pelo interesse do seu conteúdo científico, mas mais pelo seu lado lúdico – o ecrã gigante de 900 m² do Hemisfèric, as plantas aromáticas do Umbracle, um jardim de 17 500 m² coberto por uma fabulosa arcada, ou os inúmeros aquários e lagos ligados por incríveis corredores de vidro no Oceanogràfic, ainda mais impressionante do que o nosso Oceanário.
A forma daquela arquitectura, em que sobressai o betão, o vidro, o aço e a cerâmica branca e azul de Valência (aplicada aos fragmentos, trencadís, numa técnica semelhante à usada por Gaudi), reflecte-se em enormes espelhos de água e recria, graças ao movimento das suas linhas, a forma de um olho (Hemisfèric), de um esqueleto (Museo de las Ciencias) ou de uma espinha de peixe (a marca registada do Palau de les Arts.

O Hemisferic

O Hemisferic ocupa uma área de 200 x 1.300 m² (aproximadamente 26.000m²) localizada entre o Museu de Ciências e o Palácio das Artes.

Está limitado ao norte e ao sul por duas piscinas rectangulares, emergindo delas como uma grande cúpula formada por uma parte central fixa (a coberta opaca), os elementos laterais móveis que funcionam como guarda-sóis, e a lateral transparente envidraçada. Esta cobertura de formato ovóide protege uma esfera no seu interior.

A estrutura geral está constituída por uma cobertura ovóide, formada por cinco arcos rebaixados de secção caixão, que apoiam nos extremos sobre tripés de betão armado, unidos entre si por perfis laminados e vigas-caixão curvas. Dentro desta estrutura dispõe-se outra secundária que constitui a sala de projecções, executada em betão armado, assentada sobre uma fundação de lajes de grande espessura.

No conjunto arquitectónico destaca-se o acabamento de “trencadís” de cor branco brilhante (revestimento de mosaico de azulejos fragmentados) e o recobrimento típico das cúpulas mediterrâneas.

A arquitectura exterior, a cúpula ovóide do Hemisféric, está formada por grandes lâminas teóricas, formadas por vigas metálicas caixão de 90 m de comprimento, que surgindo do nível da água envolvem a cúpula. Estas lâminas estão providas de enormes cancelas móveis a modo das pálpebras do olho. O movimento é obtido por meio de um sistema hidráulico, semelhante ao usado em portões de garagem.
Os espaços vazios das costelas entre viga inferior e a sua imediata superior servem como janelas envidraçadas executadas com vidro laminado.

Santiago Calatrava não entende a Arquitectura como algo estático. Procura o movimento nas suas construções, sendo esta uma das suas preocupações constantes. Assim, mais uma vez, ele utiliza o conceito de movimento e dinamismo nos seus projecto, dotando este edifício de uma característica marcante, utilizando cancelas curvas de aço e vidro movimentadas por um sistema hidráulico que, como “pálpebras”, abrem e fecham as laterais da cúpula complementando o efeito do “Olho que tudo vê”, simbolizando a Ciência e o Conhecimento.

Museu das Ciências Príncipe Felipe


O Museu das Ciências Príncipe Felipe, foi concebido como um museu aberto e dinâmico onde o lema principal é “é proibido não tocar”. Ao longo dos seus 4.000 m² o visitante passa pelas diferentes áreas que cobrem uma ampla gama de temas científicos, desde biologia e física até as mais avançadas tecnologias aplicadas à comunicação, construção, desporto, etc.

Palácio das Artes

Parque Oceanográfico


O conjunto completa-se com o Parque Oceanográfico, projectado por Félix Candela, uma autêntica cidade submarina de 80.000 m², com túneis envidraçados e réplicas perfeitas de sectores costeiros com águas de diferentes qualidades, que permitem conhecer os animais representativos de cada zona da Terra.

Conta com uma zona recreativa composta por um restaurante flutuante submarino, uma fonte para espetáculos de luz-som-água, e o maior aquário da Europa para espetáculos. Possui também de áreas envidraçadas para observar o trabalho dos mergulhadores e um túnel submarino de 70 m de comprimento.

L’Umbracle


Formado por uma sucessão de 55 arcos fixos e 54 arcos flutuantes com 18 m de altura, que servem de apoio às trepadeiras que proporcionarão sombra ao longo do passeio ajardinado, dando ao espaço uma aparência actualizada do Winter Garden.
Construído em betão branco, combinado com o forte componente de marquises e arcos metálicos, abriga inúmeras espécies tropicais, sendo o passeio recoberto por madeira Teka, que suporta sem desgastes a acção das intempéries.

Mais informações:
Ciudad de las Artes y las Ciencias
Ciudad de las Artes y las Ciencias 2
Ciudad de las Artes y de las Ciencias – Wikipedia
Ciutat de les Arts i des les Ciences

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